segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

A leitura como um bruxo

Nos últimos anos o mercado editorial foi atacado por livros para os adolescentes, um público aberto as novidades e fiel aos ídolos que cria. De Meg Cabot e suas heroínas descoordenadas até os doces vampiros de Stephenie Meyer, sem dúvida J.K.Rowling foi aquela que, em meio a tantos títulos, conseguiu manter fãs e vendagens inimagináveis.
O público-alvo do jovem bruxo é aquele conhecido por “ler o que a escola manda” e aventurar-se muito mais em mídias eletrônicas do que na leitura. O que leva adolescentes as livrarias numa noite de estréia? A fórmula de Harry Potter mostra um universo irreal onde a verdadeira mágica, o poder do amor, sobrevive. Não seria uma retomada de valores dos contos de fada?
Rowling acordou a imaginação de muitos, porém todo escritor possui suas fontes, livros que formaram a base de uma saga. A esperança é de que os leitores do bruxinho não se fechem neste universo, mas procurem novos mundos mágicos. Tolkien, Lewis e outros estão nas livrarias há muito tempo e que a mágica de Harry possa incentivar estas e outras leituras para seus fãs.
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Escrevi este texto para a prova de Comunicação e Cultura, achei legal e resolvi coloca-lo aqui (motivos egoístas, eu sei...) O tema era A cultura Harry Potter (eu nunca li/ assisti Harry Potter), tirando umas ou outras palavras repetidas, acho que tratei bem o tema, mesmo que tenha fugido um pouco em algumas partes (depois destes comentários começo a achar que não ficou tão bom =/)

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