quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

2010: filmes

Primeiramente, peço desculpas por esse hiatus não avisado e indeterminado. O final do semestre foi confuso e não tive tempo de postar. Agradeço a todos vocês que, mesmo assim, continuam acompanhando o blog. Obrigada.
2010 foi um ano estranho: enquanto o natal de 2009 parece que foi ontem, as Olimpíadas de Inverno parece que aconteceram há uma eternidade (vocês nem lembravam mais que tinha sido nesse ano). Por isso resolvi fazer uma série de postagens tentando lembrar um pouco do que mais fiz nesse ano, seguindo critérios sem regras escritas e dependendo da minha vontade.
Começo com os filmes que marcaram esse ano. Nem todos foram estreias, não são os melhores, mas são os que me fazem lembrar de 2010 e, coincidentemente, todos caiem no tema mudança e transformação:

- 500 dias com elaA estreia é do ano passado, mas eu assisti no início de 2010. Uma história de amor com um final infeliz para um dos lados, quer coisa mais verdadeira? Nem todo o amor dá certo, a Summer (Zooey Deschannel) já não amava mais o Tom (Joseph Gordon-Levitt) e simplesmente terminou o romance, isso é comum. Porém o mais bonito é a forma como termina, não só com corações despedaçados, mas com o “príncipe” voltando a vida, procurando um emprego que lhe agrada, esquecendo o passado e caminhando em frente. Além dessa história de superação, ainda tem o casal de atores um tanto desconhecidos e perfeitos para os papeis, uma trilha sonora maravilhosa e uma edição inovadora.

- Amor sem EscalasJá comentei por aqui e merece destaque por causa da sensibilidade: o filme te faz sentir uma pontinha da dor do que é ser demitido e do que é terminar um relacionamento e sentir-se sozinho.

- Juventude TransviadaClássico e entende-se o por quê, começando pela atuação primorosa, não só do James Dean, mas também da Natalie Wood e do Sal Mineo que interpreta o Platão, um dos meus personagens favoritos. A base da história está nas mudanças e em uma rebeldia que não é praticada por maldade, mas pela vontade de alterar a vida e o mundo através de atitudes que eles ainda estão descobrindo se são corretas ou não. São jovens tentando encontrar o caminho que querem seguir e não aquele que devem seguir.

- Toy Story 3Só de ser animação e ainda por cima da Pixar merecia aparecer em qualquer lista. Continuações geralmente são sinônimos de produções ruins, mas essa é TOTALMENTE o oposto, talvez até tenha superado os dois primeiros filmes. A franquia cresceu junto comigo e Andy entrou na faculdade um pouco depois de quando eu entrei, fazendo com que a história pareça muito mais próxima. Apesar de todo o amadurecimento, uma parte da sua infância sempre lutará para permanecer guardada e influenciará toda a sua vida (positivamente ou negativamente depende de como você viveu ou quer viver).

5 comentários:

Karlinha disse...

Nossa, adorei esse post.

Eu ainda não vi todos esses filmes. Mas gostei um pouco de 500 dias com ela=p

Patrícia N. disse...

Toy Story 3 é a coisa mais fofa do mundo! *-*

Nathy disse...

Ahhh, o mais fofo é Toy Story 3. O "500 dias com ela", é um que todo mundo fala e eu não vi graça....rs

Ana Lu disse...

Desses filmes eu assisti 500 days of summer e Toy Story 3.
Do primeiro eu gostei, mas o último eu amei! Realmente, uma continuação superou a outra! E Andy cresceu comigo, entrando na faculdade no mesmo ano, o que fez com que ficasse ainda mais mágica a história!
Beijoss

mariasamara disse...

Gostei bastante de 500 dias e Amor sem escala, os outros dois ainda não vi. Mas acho que, até agora, meus dois filmes preferidos do ano são A Rede Social e A Origem.